top of page

Como o novo MCMV está redesenhando a demanda urbana — e por que isso importa para o investidor em retrofit.

  • Foto do escritor: co.investe
    co.investe
  • 18 de nov. de 2025
  • 3 min de leitura



Nos últimos anos, o investidor imobiliário brasileiro aprendeu a navegar ciclos de juros, inflação, custos de construção e valorização de bairros emergentes. Mas um movimento mais silencioso — e tão poderoso quanto — está acontecendo agora:


A reconfiguração do perfil real do comprador urbano.


Esse fenômeno vem sendo impulsionado por mudanças no Minha Casa Minha Vida (MCMV), que ampliou tetos, reduziu juros e se tornou mais aderente às capitais. Para o investidor, isso significa uma coisa: liquidez. E mais: significa que projetos retrofitados passam a ocupar uma zona estratégica que novos empreendimentos dificilmente alcançam.


A seguir, explicamos por quê.


1. O comprador mudou — e está olhando para o centro


Segundo reportagem do Valor Econômico (link sugerido: https://valor.globo.com), a volta aos escritórios, combinada à busca por mobilidade, recolocou as regiões centrais no radar de quem compra o primeiro imóvel.


Paralelamente, reportagens da Folha de S.Paulo e da Exame destacam a tendência global de “morar menor e melhor”, com unidades compactas e eficientes (Folha: https://www.folha.uol.com.br / Exame: https://exame.com).


O comprador hoje:


  • faz conta,

  • prioriza acesso,

  • aceita menos metragem,

  • busca design funcional,

  • e é extremamente sensível ao preço final.


Isso abre espaço para produtos com preços entre R$ 250 mil e R$ 350 mil — faixa que se encaixa tanto no bolso quanto nos tetos atualizados do MCMV.


2. O novo MCMV ampliou o poder de compra


Desde 2023, o programa passou por mudanças profundas, documentadas em veículos como G1, Estadão e CNN Brasil. As principais transformações incluem:


  • Elevação dos tetos das faixas, especialmente da Faixa 3.

  • Redução dos juros para famílias com renda até R$ 8 mil.

  • Aumento do subsídio para aquisições urbanas.


Na prática, a faixa de maior demanda hoje compra imóveis entre R$ 230 mil e R$ 350 mil — exatamente onde o retrofit bem planejado entrega mais valor.


3. Por que retrofit é a resposta mais inteligente para esse momento


Construir do zero ficou caro:


  • o SindusCon-SP reportou alta acumulada de mais de 30% nos custos de construção desde 2020 (https://sindusconsp.com.br).

  • terrenos centrais se tornaram escassos e caros.


Já o retrofit, ao trabalhar sobre estruturas existentes, reduz:


  • custo por metro quadrado,

  • prazo de execução,

  • risco de aprovação,

  • impacto ambiental.


E entrega algo que mercado ama: localização premium com preço de projeto econômico.

Para o investidor, é exatamente o tipo de assimetria que aumenta retorno e reduz risco.


4. Unidades retrofitadas atendem ao comprador MCMV — e isso reduz risco comercial


Imóveis como os do Edifício Alice, estruturados pela co.investe, têm características quase perfeitas para a nova demanda MCMV urbana:


  • metragem eficiente

  • preço final dentro dos tetos

  • localização central

  • padrão de acabamento superior ao dos lançamentos econômicos

  • elegibilidade a financiamento via Caixa e FGTS


Isso cria uma vantagem competitiva objetiva:quanto maior o número de compradores elegíveis, menor o risco para o investidor.


5. A visão estratégica para quem investe agora


Com juros recuando gradualmente e o MCMV redesenhando o mercado, investidores atentos estão buscando posições em ativos que combinam três elementos:


  1. Liquidez – mais compradores possíveis.

  2. Eficiência – menos CAPEX e prazos menores.

  3. Localização – centro urbano com serviços, transporte e densidade real.


O retrofit de prédios subutilizados se encaixa perfeitamente nesse tripé.

E, no Brasil, esse mercado ainda está no começo.


Conclusão


O novo MCMV é mais do que um incentivo habitacional. É uma sinalização de demanda.E projetos retrofitados — como Aurora e Alice — estão posicionados exatamente onde o comprador está disposto e apto a comprar.

Para o investidor, isso significa previsibilidade, saída clara e uma tese com fundamentos sólidos a longo prazo.

 
 

co.investe

  • Instagram
  • Facebook
  • LinkedIn

co.investe

©2022 por co.investe.

A co.investe ltda. , inscrita no CNPJ sob o n° 50.607.031/0001-83, com sede na rua Mal. Hermes, 678 - Centro Cívico, Curitiba - PR, 80530-230, corresponde a uma holding para gestão de participações societárias.

 

Qualquer investimento  envolve riscos financeiros e desafios significativos. Investimentos em projetos devem compor apenas uma pequena parte de uma carteira diversificada de investimentos.​ A co.investe NÃO é uma instituição financeira e NÃO realiza empréstimos empresariais. A co.investe NÃO atua como empresa de investimentos e NÃO realiza nenhuma espécie de oferta ou recomendação de Títulos e Valores Mobiliários.

bottom of page